Parece a conversa mesmo
Balões cinza e azuis, mensagens agrupadas, separadores de data. A Visão Conversa é próxima o suficiente do iMessage para ninguém precisar explicar o que está lendo.
Cada mensagem, cada foto, cada horário e cada anexo, exatamente como o iPhone guardou. A leitura é feita no backup da própria Apple e não em uma tela fotografada, e o resultado é um PDF bem diagramado, pronto para imprimir, enviar ou juntar ao processo.
Lê também conversas do WhatsApp, a partir do arquivo que o próprio WhatsApp exporta. Esse caminho funciona igual a partir de um Android.
O processo inteiro leva uns dois minutos
Quatro telas, nesta ordem, e o arquivo está pronto. Não há mais nada para aprender e nada escondido em um menu de configurações.
Sem envio, sem nuvem, sem conta. O programa lê uma pasta do seu disco e grava um arquivo do lado.
Desconecte a internet e teste: continua funcionando igual. Não existe servidor que possa cair.
O que você faz dentro do ChatExport não é contado nem enviado. Mensagens de uma separação não são da conta de mais ninguém.
Duas configurações do iPhone decidem se um backup guarda todo o histórico: Mensagens no iCloud e o limite de manter as mensagens por 30 dias ou um ano. Nenhuma delas deixa rastro na transcrição. O ChatExport lê as duas no backup e avisa antes de você exportar qualquer coisa. Em um backup comum você não verá nada, porque não há nada para avisar.
Para quem isso serve
Na maioria das vezes é preciso colocar uma conversa em um formato que outra pessoa vai aceitar, e a data já está marcada.
Horário de buscar e entregar, fim de semana que não aconteceu, promessa sobre dinheiro. Tudo combinado por mensagem e registrado em nenhum outro lugar.
Uma transcrição completa, datada, paginada e com hash, no lugar de uma pasta do cliente cheia de prints.
Assédio, uma ordem contestada, um plantão cancelado por mensagem. Exportado inteiro, para que nada pareça escolhido a dedo.
Um procedimento que se repete: o mesmo backup entrega a mesma conversa toda vez, a partir do arquivo da própria Apple e não de uma tela fotografada.
Um registro legível e pesquisável da conversa com uma fonte, em uma máquina que não envia nada para lugar nenhum.
Quinze anos de mensagens de família em um único PDF, que ainda vai abrir quando o aparelho, a conta e o aplicativo já tiverem sumido.
A última conversa com o pai ou com a companheira, tirada de um aparelho que ninguém vai renovar e guardada em um documento que daqui a vinte anos ainda vai abrir.
Como funciona
O ChatExport nunca conversa com o seu iPhone pelo cabo. Ele lê o backup que o próprio programa da Apple já gravou no seu disco. Menos peças em movimento e nada que quebre na próxima atualização do iOS.
Conecte o celular e deixe o Dispositivos Apple (ou o iTunes) fazer um backup local, o mesmo que você já faz antes de trocar de aparelho. Se você tem um da semana passada, pule este passo.
O ChatExport acha o backup no seu PC e lista as conversas com os nomes da sua agenda. Pesquise por nome, por número ou por uma frase que você lembra que alguém escreveu.
Escolha PDF, TXT, HTML ou CSV, defina o período, decida se as fotos entram e clique em Exportar. A pasta abre sozinha no final.
Exemplos
São exportações de verdade, feitas pelo programa, a partir de uma conversa que inventamos para isso: um pai separado juntando o que foi dito sobre dinheiro e sobre os fins de semana. Abra os arquivos, pesquise dentro deles, imprima um.
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O que a maioria junta ao processo. Preto e branco, cabeçalho formal, horários completos, números de quem enviou, confirmações de entrega e leitura, sumário e marcadores.
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A mesma conversa do jeito que ela aparece no celular: balões, agrupamento, separadores de data. Mais fácil de ler, menos formal.
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Abre em qualquer navegador, com as fotos do lado. Útil em um computador que não tem leitor de PDF.
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Texto puro, uma mensagem por linha com o horário. Leve o bastante para colar dentro de um e-mail.
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Uma linha por mensagem para o Excel ou o Planilhas Google: treze colunas, entre elas um carimbo de data e hora ISO com o fuso horário, as reações e se a mensagem foi editada, cancelada ou recuperada depois de apagada.
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Todos os nomes, números e mensagens desses arquivos são inventados. O comprovante bancário, o bilhete da escola e o recibo são desenhos, não documentos. A conversa de exemplo está em inglês porque a interface do programa hoje é em inglês. O seu documento não precisa estar: as mensagens saem no idioma em que foram escritas, e para todo o resto, página de rosto, declaração de integridade, estatísticas e datas, você escolhe português.
Recursos
Um print perde o horário. Um copiar e colar perde a foto. O ChatExport guarda a conversa inteira, em um documento que dá para imprimir, enviar por e-mail ou juntar ao processo.
Balões cinza e azuis, mensagens agrupadas, separadores de data. A Visão Conversa é próxima o suficiente do iMessage para ninguém precisar explicar o que está lendo.
As fotos HEIC do iPhone são convertidas para aparecer de verdade, no tamanho que você escolher. Os outros anexos entram com nome do arquivo e tamanho.
Os desenhos dos emojis vêm dentro do programa. Um 🙂 aparece igual em qualquer computador em vez de virar um quadrado preto.
Texto de verdade, não imagem de texto. Ctrl+F funciona. Todo PDF sai com sumário, número de página e marcadores para pular direto para um mês.
Reações, respostas com citação, mensagens editadas, mensagens retiradas, confirmações de entrega e de leitura: tudo é preservado, porque em uma briga o contexto é o argumento.
Uma conversa com 100.000 mensagens é montada em lotes, então a memória fica estável e a janela não trava. O progresso aparece o tempo todo.
PDF para ler e protocolar, HTML para o navegador, TXT para texto puro, CSV para planilha, RSMF para plataformas de eDiscovery. O mesmo conteúdo e a mesma formatação nos cinco.
Toda exportação mostra um hash SHA256 do arquivo, que você copia e anota. Depois, qualquer pessoa consegue verificar que o documento não foi alterado.
Os nomes vêm da agenda que está dentro do próprio backup. O documento diz “Ana Souza” e não “+55 11 9…”.
O idioma do documento é escolhido à parte do idioma do programa: você trabalha em inglês e leva à Vara de Família um PDF em português. Títulos, datas e estatísticas foram escritos para cada idioma. Suas mensagens nunca são traduzidas.
O WhatsApp sabe gravar uma conversa em arquivo, no iPhone e no Android. O ChatExport abre esse arquivo e faz dele os mesmos quatro documentos, com o nome do arquivo e o hash SHA256 na folha de rosto.
Você escolhe o idioma do documento, não o do programa: o ChatExport fala inglês e polonês, e o PDF que você junta ao processo pode sair em qualquer um destes catorze.
Uso jurídico
A maioria das pessoas que exporta uma conversa não está guardando lembranças. Está em uma ação de guarda na Vara de Família, em uma briga de locação, em um Juizado Especial ou em uma reclamação trabalhista, e precisa de um documento que aguente o exame da outra parte.
O ChatExport reproduz o que está no backup. Ele não pode prometer que um juiz vai aceitar determinado documento, e nada aqui é orientação jurídica. Pergunte ao seu advogado o que o seu caso exige.
Comparação
Print é de graça e frágil. Gerenciador de celular faz tudo, com mensalidade. O ChatExport faz uma coisa só.
| Critério | Apps de print e OCR | Gerenciadores completos de celular | ChatExport |
|---|---|---|---|
| De onde vêm as mensagens | De fotos da sua tela, lidas de volta por OCR | Do backup do iPhone | Do backup do iPhone, lido diretamente |
| Data e hora | Só o que por acaso estava na tela | Preservados | Preservados ao segundo, direto do registro |
| Fotos e anexos | O que coube no enquadramento | Em geral incluídos | Incluídos, com HEIC convertido para aparecer |
| Mensagens apagadas nos últimos 30 dias | Não estão na tela, então não estão no print | Varia | Contadas antes de exportar e impressas com a data em que foram apagadas |
| O que a mensagem dizia antes de ser editada | Só o texto que aparece agora | Varia | O texto anterior embaixo do atual, com o horário da edição |
| Prova de que o arquivo não mudou depois | Em um print não há o que recalcular | Varia | Um SHA256 ao lado de cada exportação, conferido com um comando que o Windows já tem |
| Conversas muito longas | Horas de rolagem | Varia | 100.000+ mensagens de uma vez só |
| Conversas do WhatsApp | Print por print | Alguns leem do backup | Do arquivo que o próprio WhatsApp exporta, iPhone ou Android |
| O que mais faz | Nada além disso | Música, contatos, apps, arquivos… | Nada além disso, de propósito |
| Modelo de cobrança | Grátis ou assinatura dentro do app | Cada vez mais assinatura anual | Assinatura, nunca |
| Para onde vão as suas mensagens | Depende do app | Depende do fabricante | Para lugar nenhum. Fica tudo no seu PC |
Dúvidas
Se a sua não estiver aqui, escreva para support@getchatexport.com. Amanhã ela provavelmente estará.
Exporta, a partir do arquivo que o próprio WhatsApp gera. Abra a conversa, toque no nome dela e escolha “Exportar conversa”. O ChatExport lê esse arquivo e produz o mesmo PDF, TXT, HTML e CSV que produz a partir de um backup de iPhone, com a mesma busca, o mesmo período e as fotos no lugar delas. Telegram, Signal e Messenger não têm nada equivalente que este programa consiga ler, e fazer isso direito com cada um seria outro trabalho.
Funciona, e essa é a única parte do ChatExport que dispensa iPhone. Quem escreve o arquivo de exportação é o WhatsApp, não o aparelho, então uma exportação feita no Android abre exatamente como uma feita no iPhone. Sem backup, sem software da Apple e sem cabo. O resto do programa continua lendo backup de iPhone, ou seja, para os seus SMS o iPhone ainda é necessário.
Quatro coisas, e o documento diz isso sozinho em vez de deixar a parte contrária apontar. Ele registra que uma mensagem foi editada ou apagada, mas nunca a que horas: essas mensagens ficam marcadas e sem horário nenhum inventado. Não vêm confirmações de entrega e de leitura, nem reações, nem a ligação entre uma resposta e a mensagem respondida, porque o WhatsApp não escreve isso no arquivo. Também não vem fuso horário, então os horários são lidos no fuso deste computador e o documento informa qual é. E o arquivo é um registro que o WhatsApp emite quando você pede, não um banco de dados tirado do aparelho, por isso a folha de rosto traz o nome dele e o hash SHA256: o documento diz de onde veio em vez de dar a entender que alguém leu um celular.
Na hora de exportar, o WhatsApp pergunta se deve anexar as mídias, e a versão sem elas troca cada imagem por uma linha do tipo “imagem oculta”. O ChatExport copia essas linhas exatamente como o WhatsApp escreveu, sem inventar foto nenhuma. Exporte a conversa de novo escolhendo anexar as mídias. O WhatsApp também limita o quanto ele anexa, então numa conversa longa os arquivos mais antigos podem faltar: a tela de importação conta quantos chegaram e quantos são citados mas não vieram, antes de você exportar qualquer coisa.
Você precisa do programa da própria Apple para fazer o backup: ou o aplicativo Dispositivos Apple, da Microsoft Store (recomendado), ou o iTunes. O ChatExport não substitui nenhum dos dois, ele lê o backup depois. Se ele não encontrar nem o programa da Apple nem um backup, mostra na tela exatamente qual é o próximo passo.
Conecte o iPhone ao PC, abra o Dispositivos Apple, toque em confiar no computador quando o celular perguntar e escolha Fazer backup agora. Leva de alguns minutos a algumas horas, dependendo do que tem no aparelho. O ChatExport mostra essas mesmas instruções na tela e também abre o Dispositivos Apple para você.
Só enquanto o backup está sendo feito. Depois disso o celular pode voltar para o bolso. O ChatExport trabalha com a pasta de backup que está no seu PC, sem o aparelho por perto.
Não. O ChatExport não faz login em lugar nenhum. Ele lê uma pasta de arquivos que o programa da Apple já gravou no seu próprio disco. A única senha que ele pode pedir é a do backup criptografado, e essa é usada na sua máquina e esquecida em seguida.
O backup é o que pesa: reserve mais ou menos o espaço ocupado no celular, então 64 GB de fotos significam uns 64 GB no PC. A exportação em si é pequena, alguns megabytes para uma conversa normal. O ChatExport confere o espaço livre antes de iniciar um backup e avisa se estiver apertado.
Backups do iOS 11 até a versão atual. O ChatExport reconhece o formato do banco de dados de cada versão do iOS e se adapta, e é por isso que um backup antigo, de um celular que você nem tem mais, abre normalmente.
Dá, se existir um backup daquele aparelho, e esse é um dos motivos mais comuns para usar o ChatExport. Um backup feito anos atrás em um PC abre normalmente muito depois de o aparelho ter sumido. Se o celular ainda existe e alguém sabe a senha, faça o backup primeiro e exporte depois. Dois limites ninguém contorna: um aparelho que ninguém consegue desbloquear não pode ser copiado, e um backup criptografado com uma senha que ninguém lembra não é lido nem por este nem por nenhum outro programa. Se você tem direito a fazer isso é assunto do inventário, não do software.
Sim. Windows 10 e Windows 11, 64 bits. Não existe versão para Windows 7 nem para 32 bits, e não vai existir.
Ainda não. O Windows veio primeiro de propósito: no Mac já existe o aplicativo Mensagens, e quem usa iPhone com um PC Windows é justamente quem não tem nenhuma boa opção. O macOS está no planejamento.
Dá. iMessage, SMS e MMS saem no mesmo documento, em uma única conversa, na ordem em que foram enviados, exatamente como aparecem no celular.
Dá. SMS e MMS comuns são exportados igual ao iMessage, inclusive a partir de backups antigos, feitos anos atrás em um celular que você já trocou.
Entram, onde o iOS as guarda localmente, ou seja, do iOS 18 em diante. SMS, MMS e iMessage funcionam em todas as versões suportadas.
Sim, com o nome do grupo e todos os participantes na página de rosto, e cada mensagem atribuída a quem escreveu.
Entram, no lugar em que foram enviadas, em tamanho pequeno, médio ou grande. As fotos HEIC do iPhone são convertidas para aparecer em qualquer leitor de PDF, em vez de virar um quadrado vazio. Você também pode desligar as fotos, e aí o arquivo fica bem menor.
Aparecem no ponto em que foram enviados, com nome do arquivo, tamanho e horário, e podem ser reunidos em um índice no fim do documento. Eles não são embutidos: um PDF não toca vídeo, e fingir que toca daria ao documento uma aparência de completo que ele não tem.
Sobrevivem, coloridos. Os desenhos vêm dentro do programa, então um 🙂 fica igual em qualquer computador em vez de virar um quadrado preto ou uma caixinha vazia, que é o que acontece quando o PDF depende de uma fonte que o leitor não tem.
São. As reações Tapback são impressas embaixo da mensagem a que se referem, e uma resposta indica a qual mensagem respondeu. Em uma discussão, esse encadeamento costuma ser o sentido inteiro.
Dá, e essa é uma das razões de o programa existir. O iOS guarda as versões anteriores de uma mensagem editada e, com “Mostrar histórico de edição” ligado, o documento imprime essas versões abaixo do texto atual, com o horário da edição. A maioria das ferramentas só consegue escrever a palavra “editada”.
Dá para recuperar as que ainda estão em Apagadas Recentemente, o que no iOS 16 em diante significa mais ou menos os últimos 30 dias. Elas aparecem claramente identificadas no documento, com a data em que foram apagadas. O que for mais antigo já saiu do celular de verdade, e nenhum software traz de volta. Descobrir não custa nada: a tela de exportação conta quantas o seu próprio backup ainda guarda na conversa escolhida, e essa contagem não é limitada no teste gratuito.
O texto sumiu dos dois celulares e ninguém consegue recuperar. O que sobra é o registro de que algo foi enviado naquele minuto e depois retirado, e o documento escreve exatamente isso em vez de pular a linha em silêncio.
Nomes, tirados da agenda que está dentro do próprio backup, para o documento dizer “Ana Souza” e não um número que ninguém reconhece. A Visão Judicial ainda imprime o número ao lado do nome, porque em matéria de prova é o número que identifica.
No que você escolher entre catorze, e é uma escolha separada do idioma do programa. Português (Brasil e Portugal), inglês, polonês, alemão, francês, espanhol, italiano, neerlandês, tcheco, romeno, sueco, ucraniano e russo. A escolha vale para toda a moldura do documento: a página de rosto, a declaração de integridade, a descrição do que foi exportado, as estatísticas e o jeito de escrever as datas. Suas mensagens não são traduzidas. Elas saem exatamente como foram enviadas.
Dá, por período, e a tela mostra quantas mensagens caem no intervalo antes de você exportar. Pense duas vezes antes de estreitar: exportação seletiva é a primeira coisa que a outra parte ataca.
Ainda não. Hoje é uma conversa por exportação. A exportação em lote está no planejamento. Na prática quase todo mundo precisa de uma conversa só, e fazer uma de cada vez mantém cada documento sobre uma relação.
Não. Ele exporta conversas. Registro de chamadas, agenda, biblioteca de fotos e dados de aplicativos ficam de fora de propósito, e é isso que mantém o programa pequeno o bastante para usar sem manual.
Ninguém pode prometer isso, e desconfie de qualquer software que prometa. Quem avalia o documento é o juiz, caso a caso, e a outra parte pode contestar a autenticidade. O que o ChatExport faz é tirar do caminho as objeções mais comuns: as mensagens saem do arquivo de backup da própria Apple e não de uma tela fotografada, os horários vêm do registro, a conversa vai inteira em vez de escolhida, e o arquivo carrega um hash SHA256. Numa conversa do WhatsApp a origem é o arquivo que o WhatsApp exportou, e não um banco de dados tirado do aparelho, ou seja, um passo mais longe do celular. Por isso o documento nomeia esse arquivo e imprime o hash SHA256 dele também. O que o seu processo exige, quem diz é o seu advogado, e nada aqui é orientação jurídica.
Não substitui, e é importante deixar isso claro. A ata notarial é lavrada por um tabelião, que constata com fé pública o que ele mesmo vê na tela do celular ou no backup, e nenhum programa faz isso no lugar dele. As duas coisas se somam em vez de competir: o cartório registra o que constatou, e a exportação entrega um documento completo, datado, paginado e com hash SHA256, que é justamente o que pode ser constatado ao lado do aparelho ou do backup. Se o seu caso precisa de ata notarial ou não, essa é uma pergunta para o seu advogado, não para este site.
Conseguem ler, pesquisar e imprimir, que costuma ser exatamente o que pedem: a conversa completa em PDF, com datas e horários, no lugar de prints. Se uma investigação precisar de uma cópia forense do aparelho em si, isso é outro trabalho e cabe a um perito.
Um segundo estilo de PDF. Preto e branco, cabeçalho formal, transcrição sóbria, sem balão colorido, e tudo o que é verificável ligado: horários completos com fuso, números de quem enviou, confirmações de entrega e de leitura, numeração das mensagens. A ideia é parecer um documento e não um print de propaganda. O número ou endereço de cada participante aparece também na folha de rosto, nos dois estilos, então esse dado não depende da visão escolhida.
Ele é a impressão digital do arquivo exportado. Anote quando for protocolar, e qualquer pessoa pode recalcular depois a partir do mesmo arquivo: se um único caractere tivesse sido alterado, o hash não bateria. Ele prova que o arquivo não mudou desde a exportação. Ele não prova o que aconteceu no celular.
Pode dizer o que quiser, e um PDF sozinho é fácil de contestar. Por isso a exportação vale mais quando você guarda a pasta do backup de onde ela saiu, sem mexer em nada: o backup é o arquivo da própria Apple, qualquer pessoa consegue exportar a conversa dele de novo, e o texto vai ser o mesmo. (O arquivo novo não vai ter o mesmo SHA256, porque cada exportação carrega a própria data. O hash prova que um arquivo não foi alterado, não que duas exportações são idênticas.) Ou seja: guarde o backup, anote o hash e exporte a conversa inteira em vez das partes convenientes.
A conversa inteira, em quase todos os casos. Um período que começa um dia antes da mensagem que te favorece e termina um dia depois convida à pergunta sobre o que ficou de fora. Se a conversa for enorme, use um período que contenha visivelmente toda a discussão, e diga isso.
Dá. Existe uma opção que alarga a margem externa exatamente para caber comentário à mão, que é o que muita gente faz a caminho da audiência.
Não. O programa não tem servidor, não tem conta e não tem telemetria. Você pode desconectar a internet, exportar uma conversa e nada muda no processo. Essa é a forma mais simples de conferir a afirmação sozinho. Este site é outra história: ele conta visitas com Umami, com Ahrefs e com um contador nosso, que não guardam nada no seu aparelho, e por isso aqui não tem aviso de cookies. Os três estão descritos na página de privacidade.
O tratamento acontece inteiramente no seu computador. Nós nunca recebemos as suas mensagens, não há transferência para servidor nenhum nosso e não existe ninguém tratando esses dados em nosso nome. Os dados que estão dentro de uma exportação continuam sob a sua responsabilidade, como qualquer outro arquivo do seu PC. Um escritório ou uma empresa que use o ChatExport no trabalho resolve as próprias obrigações como faria com qualquer software instalado localmente.
Lê. Se “Criptografar backup local” estiver marcado no programa da Apple, o ChatExport pede essa senha e depois lê o backup normalmente. Ele descriptografa só os arquivos de que realmente precisa, no seu próprio PC, e apaga esses arquivos quando você fecha o programa. A senha é usada e esquecida: nunca é gravada em disco e nunca é enviada para lugar nenhum. Se você digitar errado, ele simplesmente pergunta de novo.
Não. Não tem chamada de ativação, não tem verificação de atualização e não tem relatório de uso. Um computador que nunca esteve online se comporta exatamente igual a um conectado.
A pasta do backup e o arquivo que você exportou, como qualquer outro arquivo naquela conta de usuário. O ChatExport não esconde nada e não finge ser um cofre. Se isso for um problema no seu caso, exporte para um disco criptografado e apague o backup depois, o que o próprio programa faz para você.
Uma conversa normal fica pronta em segundos. Conversas muito grandes, com milhares de fotos, demoram mais. O programa monta o documento em lotes e mostra a porcentagem e a etapa atual o tempo todo, e você pode cancelar quando quiser.
Cem mil em uma única conversa, testado e não estimado. O uso de memória fica estável porque o documento é construído em lotes, então a janela não trava e o PC não fica sem memória no meio do caminho.
Dá. É texto de verdade, não imagem de texto, então Ctrl+F funciona em qualquer leitor. Todo PDF também sai com sumário, número de página e marcadores para ir direto a um mês. E dá para pesquisar dentro de uma conversa no próprio programa, antes de exportar.
Onde você quiser, e o programa lembra da escolha para a próxima vez. Ao terminar, ele mostra o caminho completo, com botões para abrir o arquivo ou a pasta.
O que você baixa hoje é um teste grátis. Ele exporta todos os formatos e lê até backups criptografados, mas cada documento leva marca d’água em todas as páginas e para nas 50 mensagens mais recentes de uma conversa. A licença única custa US$ 34,99 e tira os dois limites. O preço está em dólar, então o cartão brasileiro cobra a conversão do dia mais o IOF. O pagamento abre aqui no site, e assinatura não vai existir nunca.
Aí você recebe o dinheiro de volta. Trinta dias, sem formulário e sem pergunta constrangedora: escreva para support@getchatexport.com. O que você já exportou continua na sua máquina e é seu.
Escreva para support@getchatexport.com. O programa guarda arquivos de log locais que você pode anexar. Eles descrevem o que o programa fez, não o que as suas mensagens dizem.
Guias
Cada um responde a uma pergunta inteira, do cabo ao arquivo pronto. O resto do blog aprofunda um ponto específico de um deles.
Mensagens como prova na Justiça: uma exportação não é prova automática nem papel sem valor. O que o juiz faz com ela, e o que acontece se contestarem.
Como exportar uma conversa do WhatsApp em PDF: quem escreve o arquivo é o WhatsApp, você só converte. Com fotos e hash SHA256, de Android ou iPhone.
Krzysztof Kowalski, fundador do ChatExport
Por que isso existe
Depois do meu divórcio eu estava preparando um processo de pensão alimentícia e guarda. Quase tudo o que tinha sido combinado naqueles meses estava nas minhas mensagens, e a única coisa que eu sabia fazer com elas era print. Tirei 150.
Os programas que eu encontrei fazem trinta coisas ao mesmo tempo, e justamente essa fazem pior que tudo. Eu escrevo software há anos, então acabei construindo o meu. O primeiro PDF que o ChatExport gerou foi juntado ao meu próprio processo, e o meu advogado ficou impressionado com ele.
Depois eu me dei conta de quanta gente está exatamente na mesma situação, então terminei o programa direito e publiquei para todo mundo. Por trás dele há uma empresa registrada na Polônia e um endereço de e-mail que chega direto em mim. Isso pesa mais aqui do que na maioria dos softwares: quem junta uma conversa a um processo pode ser questionado sobre o que produziu aquele documento.
Se o ChatExport não fizer o que esta página promete, eu devolvo o valor inteiro. Trinta dias a partir da compra, sem formulário e sem pergunta constrangedora: escreva para support@getchatexport.com. O que você exportou continua no seu computador e pertence só a você.
Uma conversa, um PDF, uns dois minutos. Nada é enviado e não tem cadastro nenhum.
O download começou.
Se você não vir nada, abra a lista de downloads do navegador e procure chatexport-setup-0.5.1.exe. Na primeira vez, o navegador pode pedir uma confirmação antes de guardar o arquivo. Essa pergunta é sobre quantas pessoas já baixaram esta versão, não sobre o que há dentro dela.