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Todas as versões, da mais recente para a mais antiga, e o que mudou em cada uma. A página de download sempre entrega a versão mais recente, que hoje é a 1.2.1. O ChatExport não se conecta a servidor nenhum, então não se atualiza sozinho: atualizar é baixar o instalador novo e executá-lo por cima do antigo. Seus documentos exportados são arquivos comuns no seu disco e ninguém mexe neles.
1.2.1 (15 de outubro de 2026)
- O índice de anexos cita a página certa. Cada foto e cada arquivo aparece com a página em que está impresso. Até agora o índice dava a página em que a seção começava, e cada número ainda ficava curto no tamanho do sumário.
- Sem buracos depois de hífens e dois-pontos. Os números de prova, “SHA-256” e o horário da exportação na linha opcional do rodapé saíam com um espaço largo depois de cada hífen ou dois-pontos (“EX- 001”). Agora saem como estão escritos.
- Um documento com ligações cita as duas fontes. A página de integridade agora traz o SHA-256 do histórico de ligações do celular além do banco de mensagens, quando as ligações vêm dele.
- A exportação HTML mantém as fotos originais. As fotos ao lado da página são os arquivos do backup com os nomes do celular, então o SHA-256 delas bate com o índice de anexos do PDF. Uma foto HEIC continua convertida para exibição, com o original copiado ao lado e um link embaixo da imagem.
- Correções menores. O Modo Livro compõe as mensagens alinhadas à esquerda em vez de esticar linhas curtas e imprime inteira cada soma de verificação do índice. O RSMF diz se uma mensagem removida foi cancelada por quem enviou ou recuperada depois de apagada. Nomes de meses e dias ficam em minúscula no meio da linha. Os separadores de dia ficaram maiores nos três modos.
- O download tem cerca de 145 MB, igual ao 1.2.0.
1.2.0 (15 de outubro de 2026)
- Uma conversa pode trazer as ligações. Uma chave na tela de exportação coloca as ligações com aquela pessoa entre as mensagens, no momento em que aconteceram: recebidas, feitas e perdidas, com a duração. Vale para conversas individuais do iPhone, não para grupos nem para conversas do WhatsApp importadas, e só a partir de um backup criptografado, o único em que a Apple grava o histórico de ligações. Ligação não é mensagem: não ganha número nem entra nas contagens, e o próprio documento informa esses limites.
- Os nomes são conferidos antes de exportar, não depois. A tela de exportação mostra cada pessoa que o documento vai nomear e deixa você corrigir cada nome. Só muda o rótulo, nunca o número, e o documento lista cada correção ao lado do número a que ela se aplica.
- A exportação inteira pode ser conferida como uma coisa só. Uma chave grava um ZIP com o documento, o arquivo .sha256 dele e as fotos, um relatório com o hash de cada arquivo e uma soma de verificação única sobre o conjunto, com a receita para recalculá-la. No índice de anexos cada anexo ganha o próprio número de prova (EX-014) e o SHA-256 do arquivo original no backup.
- Um terceiro tema de PDF, Modo Livro. Diagrama a conversa como um livro impresso: páginas de 6 × 9 polegadas, um capítulo por mês, cada mensagem um parágrafo. Modo Conversa e Modo Judicial continuam iguais.
- Coisas menores para o processo. Um padrão de nome de arquivo ({title}, {date}, {from}, {to}, {format}) para que uma série de exportações se nomeie e se ordene sozinha. Uma terceira linha opcional no rodapé com o aparelho, o momento da exportação e a data do backup, para que uma folha solta ainda diga de onde veio. O índice de anexos diz o tipo de cada arquivo, e um vídeo ganha um quadro em vez de um ícone. Um dia novo fica mais fácil de achar no papel.
- Correções. A prévia não cobre mais com o aviso de exclusão uma mensagem cujo texto sobreviveu: mostra o texto e uma marca de exclusão separada, e agora também indica as mensagens editadas. A lista de conversas diz quantas não têm mensagens neste backup. Um PDF muito grande não deixa mais a janela travada enquanto é salvo.
- O download tem cerca de 145 MB em vez de 188.
1.0.0 (14 de setembro de 2026)
- O programa faz o backup sozinho. Você não precisa mais abrir o Dispositivos Apple e clicar em “Fazer backup agora”. Conecte o iPhone, desbloqueie, aperte “Fazer o backup agora” e responda no celular à confiança e à senha. Um backup seguinte copia só o que mudou, e diz qual das duas coisas fez. O Dispositivos Apple ou o iTunes continua tendo de estar instalado, porque é de lá que vem o driver USB da Apple, mas você não precisa abrir.
- A interface fala os mesmos catorze idiomas do documento. Alemão, francês, espanhol, italiano, holandês, as duas variantes de português, tcheco, romeno, sueco, ucraniano e russo se juntam ao inglês e ao polonês. As duas escolhas continuam separadas, então você pode trabalhar no seu idioma e entregar à Justiça um documento em outro. Nenhum dos catorze veio de tradução automática.
- Cada página do documento diz onde pode ser conferida. O rodapé traz agora o endereço da página de verificação, acima do número da página e em frente ao carimbo Bates. Quem tem na mão uma única folha fotocopiada fica sabendo assim que o arquivo pode ser conferido em vez de apenas aceito.
- O download tem cerca de 188 MB em vez de 98. O auxiliar de backup voltou para o instalador e não comprime; o resto vem dos catorze idiomas da interface.
0.5.1 (10 de agosto de 2026)
- O instalador é assinado. O Windows mostra o editor, BOKART Krzysztof Kowalski, em vez de um desconhecido, e é assinado cada executável dentro do pacote, não só o instalador. Ainda assim o SmartScreen pode interromper a primeira execução: aquele painel conta quantas pessoas baixaram um arquivo, o que um certificado novo não tem como ter no primeiro dia, e é coisa diferente da assinatura. O hash continua publicado ao lado do download.
- Novo: conferir um documento que alguém te mandou. Todas as telas até agora
eram para quem exporta. Esta é para quem está do outro lado, com um PDF e o pequeno arquivo
.sha256que veio junto. Ela diz se os dois batem, e diz com clareza o que isso significa: compara bytes. Bater mostra que o documento não mudou desde que o hash foi registrado, e não mostra nada sobre quem escreveu as mensagens. - Novo: exportação em RSMF, o formato que plataformas de eDiscovery como a Relativity leem. A conversa chega lá como registros pesquisáveis, com participantes, horários e anexos, em vez de um PDF que alguém precisa redigitar. Os anexos entram como estão no celular.
- Novo: a tela de exportação avisa quando um backup não tem como conter todo o seu histórico. Duas configurações do iPhone decidem isso e nenhuma deixa rastro em uma transcrição: Mensagens no iCloud, que mantém as mensagens antigas na nuvem em vez de no backup, e Manter mensagens em 30 dias ou 1 ano, em que o próprio telefone apagou. As duas são lidas do backup, não adivinhadas, e o aviso informa o período que o backup realmente cobre. Em um backup comum não aparece nada.
- A página de integridade do documento nomeia o banco de onde ele veio, pelo SHA256. Um documento já conseguia mostrar que não mudou desde que foi gerado; agora também dá para ligá-lo ao backup de onde saiu, por qualquer pessoa que tenha esse backup.
- Os documentos nomeiam os canais que contêm, "Apple Messages (iMessage, RCS)",
em vez de afirmar sempre "iMessage / SMS". Desde o iOS 18 um balão verde pode ser RCS e não
SMS, então a frase fixa descrevia errado qualquer conversa com um celular Android. As
exportações em CSV ganham uma coluna
service. - Corrigido: ler um backup não escreve mais nada dentro dele. Abrir o banco de mensagens, mesmo apenas para leitura, fazia o Windows criar dois arquivos de trabalho ao lado, e eles ficavam. Cada exportação deixava três arquivos onde havia um, dentro da pasta que os documentos descrevem como intocada. O programa agora trabalha com uma cópia própria em uma pasta temporária.
0.5.0 (8 de agosto de 2026)
- Corrigido: faltavam nomes de contato em conversas que têm um. Um telefone que sincroniza Contatos de duas contas (o iCloud e uma conta do Google ou do trabalho, por exemplo) guarda cada pessoa uma vez por conta. A verificação que impede o ChatExport de imprimir o nome da pessoa errada enxergava nesses dois registros duas pessoas diferentes reivindicando o mesmo número, e respondia não mostrando nome nenhum. Na agenda que revelou o problema, três quartos das conversas mostravam um número cru onde deveria haver um nome, e com eles sumia a maior parte das fotos de contato. Dois registros que concordam no nome passam a ser entendidos como uma só pessoa. Quando duas pessoas realmente diferentes dividem um número, permanece só o número: é exatamente para isso que a verificação existe.
- O programa abre no idioma do seu computador e recorre ao inglês quando não o fala, em vez de abrir sempre em polonês. O idioma que você escolher continua tendo prioridade e permanece escolhido.
- A pasta de destino agora se muda clicando no caminho que a mostra. Ele fica ao lado do botão de exportar, que é onde se procura por ele, com um ícone de pasta e um sublinhado. A seção separada “Salvar em” no fim da página de opções desapareceu: era a última de oito, o pior lugar possível para o único ajuste que quase todo mundo confere, e dizia o mesmo que a linha ao lado do botão.
- O programa finalmente explica do que precisa antes que você possa exportar qualquer coisa. A tela a que se chega enquanto nenhum backup existe mostra os quatro passos em ordem (conectar o cabo, instalar o Apple Devices, fazer o backup neste PC, exportar) e embaixo o que ninguém teria como adivinhar: a exportação lê um arquivo de backup do seu disco, então, depois que esse arquivo existe, o iPhone não precisa continuar conectado. As instruções de backup avisam ainda que o primeiro pode levar até meia hora, antes de você começá-lo e não depois de vinte minutos de silêncio.
- O download tem 97 MB em vez de 167 MB. O auxiliar experimental de backup automático, que respondia por 74 MB disso, não vai mais no instalador. Fazer o backup pelo próprio aplicativo da Apple era e continua sendo o caminho recomendado.
0.4.0 (4 de agosto de 2026)
- O download tem 167 MB em vez de 185 MB. A versão para Windows carregava os menus e as mensagens de erro do próprio Chromium em 55 idiomas enquanto o ChatExport fala dois, e três bibliotecas iam junto em várias cópias quando só uma é carregada. Nada muda no programa nem nos documentos que ele escreve.
- Um documento em inglês agora escreve a hora como 9:15 AM, não 09:15. Vale para todo horário que o documento imprime: confirmações de entrega e de leitura, legendas das fotos e o momento da exportação na folha de rosto. Os outros treze idiomas de documento mantêm o relógio de 24 horas, que é o que cada um deles usa. Não há ajuste nenhum: a forma da hora pertence ao idioma que você escolheu para o documento, do mesmo jeito que a escrita da data, então um documento em português continua dizendo 21:15. O CSV mantém marcas de tempo ISO completas para o que as leia automaticamente.
- Corrigido: reações podiam aparecer como mensagens separadas. Um emoji ou uma figurinha enviada como reação no iOS 18 era escrita no documento como mensagem própria em vez de ficar presa à mensagem que respondia, e era contada na lista de conversas, onde podia figurar como a última linha de um fio. Agora ela viaja junto com a mensagem a que pertence.
- Corrigido: um nome podia ser impresso sobre as mensagens da pessoa errada. Dois contatos cujos números terminavam nos mesmos nove dígitos só se distinguiam por sorte. Um número que corresponde a mais de um contato agora não recebe nome nenhum e o documento imprime o número, o que nunca está errado. Um número com o código do país continua encontrando seu contato.
- Cancelar agora age enquanto uma página do PDF está sendo desenhada, e não só entre uma página e outra. Clicar no meio de uma página lenta não fazia nada visível até aquela página terminar. Uma exportação de PDF que para de responder também é abandonada e tentada de novo uma vez, em vez de deixar uma barra de progresso que nunca mais anda.
- Exportar uma conversa muito longa não trava mais a janela pouco antes de começar, e passar de uma conversa para outra não espera mais por buscas e análises de palavras-chave que você não pediu.
- O backup automático experimental agora diz qual iPhone está copiando. Com um telefone conectado ele fica naquele mesmo que você ligue outro no meio do processo; com dois ou mais ele para e diz quantos encontrou, em vez de escolher um e produzir um documento sobre as mensagens da pessoa errada.
0.3.0 (3 de agosto de 2026)
- Conversas do WhatsApp podem ser importadas. O arquivo que o próprio botão «Exportar conversa» do WhatsApp gera (um zip com as mídias, ou um arquivo de texto puro, de um iPhone ou de um Android) agora abre como qualquer conversa e é exportado para todos os formatos. A página de rosto informa o nome do arquivo de origem e imprime o SHA256 dele. Mensagens que o WhatsApp marcou como editadas ou apagadas são indicadas exatamente assim: o programa nunca inventa um horário que não está no arquivo.
- O documento exportado pode ser escrito em catorze idiomas. O idioma do documento agora é escolhido separadamente do idioma do programa: você pode trabalhar em português e entregar à Vara de Família um PDF em português, ou a um tribunal alemão um PDF em alemão. Novos, ao lado do inglês e do polonês: alemão, francês, espanhol, italiano, holandês, português (Brasil), português (Portugal), tcheco, romeno, sueco, ucraniano e russo. Cada data, rótulo e estatística foi escrita no próprio idioma, não traduzida por máquina.
- Mais rápido em arquivos grandes. Abrir um backup e gerar um PDF ficaram mais ágeis, e a lista de conversas continua fluida com milhares de conversas.
- O instalador perdeu 17 MB de sobras de compilação que nunca deveriam ter sido incluídas.
- Corrigido: no modo escuro, o menu de idioma do documento desenhava texto branco sobre uma lista branca.
- Uma limitação dita com franqueza: o destaque de palavras-chave por enquanto só existe para documentos em polonês, porque as listas de palavras dos outros idiomas ainda não existem. Um aparato traduzido pela metade seria pior do que nenhum em um documento que acaba diante de um juiz.
0.2.0 (2 de agosto de 2026)
A primeira versão pública, então esta entrada é o ponto de partida, não uma lista de mudanças: as Mensagens do iPhone (SMS, MMS, RCS e iMessage) exportadas para PDF, TXT, HTML e CSV, com fotos e anexos. Dois estilos de PDF, uma visão de conversa e uma visão para o tribunal. Backups criptografados são lidos depois que você digita a senha. O download é um teste gratuito: as exportações carregam uma marca d'água e param nas 50 mensagens mais recentes de uma conversa, até que uma licença remova as duas coisas.