Alternativa ao iMazing no Windows: pagar uma vez em vez de assinar todo ano
Se você chegou aqui por causa do preço, o fato que interessa é curto: o iMazing não vende mais licença vitalícia, e hoje só existe assinatura anual.
Quanto custa o iMazing em 2026?
São três níveis, todos anuais: Personal 49,99 USD por ano para cinco aparelhos, Personal Family 89,99 USD por ano para vinte, e Business a partir de 275 USD por ano. Os valores foram lidos na página do fabricante em 4 de agosto de 2026, e a política de licenças foi relida em 11 de setembro sem mudança.
Para comparar com o que esta página oferece no lugar: US$ 34,99, uma vez, sem assinatura e sem prazo de validade.
O que mudou em 2025?
A licença que você comprava e ficava com ela deixou de existir. Quem diz isso é o próprio fabricante:
“In June 2025, we discontinued the device license and now only offer subscriptions”
Uma curiosidade de honestidade: duas páginas do próprio iMazing dão meses diferentes, junho e julho de 2025, para a mesma decisão. O mês exato não é seguro, a mudança é.
Para quem a assinatura ainda faz sentido?
Para quem mexe com aparelhos todo mês: migração, backup, aplicativos, arquivos. Se o seu caso é uma conversa, uma vez, para um processo ou para o RH, você paga o ano inteiro por uma tarde de trabalho, e no ano seguinte a cobrança volta enquanto o documento já está entregue. É nesse ponto que este programa é a alternativa: ele faz uma coisa só, o pagamento é único, e assinatura não vai existir.
O que você perde ao sair do iMazing?
O iMazing é um gerenciador de aparelho inteiro: restaura um iPhone, transfere para um aparelho novo, mexe em aplicativos, fotos, contatos e arquivos, e roda também no macOS. Nada disso existe aqui. Se metade do que você faz com ele é essa administração, trocar por este programa é trocar uma caixa de ferramentas por uma chave de boca.
O backup em si não está nessa lista de perdas, e isso mudou há três dias: desde a versão 1.0.0, de 14 de setembro de 2026, este programa pede o backup ao iPhone pelo cabo em vez de esperar que você já tenha um. A diferença que resta é o driver: o Dispositivos Apple ou o iTunes precisa estar instalado, mesmo que você não abra.
E tem o ponto que decide para parte dos leitores: este programa é Windows 10 e 11, de 64 bits, e não existe para macOS. Está no planejamento, não existe hoje, e é melhor você saber agora do que depois do download.
O que a licença única cobre?
Uma conversa que entra como backup do iPhone ou como arquivo de exportação do WhatsApp, e sai como documento. São duas fontes e nenhuma terceira: o banco de mensagens que está dentro de um backup da Apple, para SMS e iMessage, e o arquivo que o próprio WhatsApp gera quando você pede a exportação da conversa, que serve também para quem tem Android.
Da saída, o que interessa em uma disputa são três coisas. O documento tem uma Visão Judicial,
que é transcrição sóbria com número ao lado do nome, em vez de balões coloridos. Tem uma página de
integridade, que nomeia o arquivo de origem e imprime o hash SHA256 dele, e diz também o que
ficou fora do documento. E ao lado do arquivo aparece um .sha256, que é o hash do próprio
documento, para quem recebe poder conferir que nada mudou no caminho.
Os formatos são cinco, PDF, TXT, HTML, CSV e RSMF, e o idioma do documento é uma escolha separada na hora de exportar, com o português do Brasil na lista. Desde a 1.0.0 a interface fala esses mesmos catorze idiomas, o português do Brasil incluído, e as duas escolhas continuam separadas: dá para trabalhar em português e entregar um documento em outro idioma, ou o contrário.
Sobre backup criptografado, os dois pedem a senha e leem a cópia como ela está, e vale dizer porque um concorrente da mesma lista não faz isso: o AnyTrans pede para o usuário desmarcar a criptografia do backup antes de conseguir ler. Quem está juntando material para um processo não quer terminar com o histórico inteiro desprotegido no disco.
Em que moeda a cobrança chega?
Em dólar, US$ 34,99 de pagamento único, porque ainda não existe uma tabela em real. O cartão brasileiro cobra a conversão do dia mais o IOF, então na fatura o valor sai um pouco acima da conversão simples, e é a página de preço que diz isso antes do clique.
Antes de pagar, o teste. São 50 mensagens exportadas com marca d’água, e a conversa inteira fica legível na tela antes disso, o que serve justamente para você ver se o documento resolve o seu caso. Para comparar: a versão gratuita do iMazing libera 25 mensagens, e 25 do WhatsApp.
E o RSMF, que no iMazing está no plano Business?
Se o escritório que vai receber o material trabalha com plataforma de prova eletrônica, esse formato diz mais do que um PDF. No iMazing, pela página do fabricante, ele existe somente no plano Business, que começa em 275 USD por ano. Aqui é um dos cinco formatos da mesma licença única, na versão que este site distribui hoje.
Para quem nunca ouviu falar em RSMF e não trabalha com escritório que use isso, a informação é inútil, e o PDF na Visão Judicial é o que o advogado vai abrir.
Quando o iMazing continua sendo a escolha certa?
Quando você tem Mac. Quando o trabalho real é administrar aparelhos, e as mensagens são um detalhe disso. Quando você precisa restaurar um iPhone, migrar para um novo, ou salvar aplicativos e fotos junto. Quando são muitos aparelhos na casa e o Personal Family, com vinte, cobre todos de uma vez. A nossa licença não faz chamada de ativação e não deixa de valer quando você troca de computador, o que a página de preço detalha, mas ela é uma licença de um programa que faz uma coisa.
Se esse é o seu caso, a resposta honesta é ficar onde está.
E os outros dez programas da categoria?
Estão comparados pela fonte de onde cada um tira a conversa em Programa para salvar mensagens: quem lê um backup, quem lê o telefone pelo cabo e quem transcreve uma gravação de tela. Se o destino do documento é um processo, a parte que decide não é o preço do programa, e está em Mensagens como prova na Justiça.
Perguntas frequentes
O iMazing ainda tem licença vitalícia?
Não. O fabricante encerrou a licença por aparelho em 2025 e hoje oferece só assinatura, em três níveis anuais. A frase citada acima está na página de política de licenças dele, lida em 4 de agosto de 2026 e relida em 11 de setembro.
O ChatExport roda no macOS?
Não, e hoje é um não simples: o macOS está no planejamento e não existe. Entre os programas da mesma categoria, Decipher TextMessage, iExplorer, AnyTrans, MobileTrans, TouchCopy, TextPort e o próprio iMazing declaram macOS, e o PhoneView é exclusivo de Mac.
Dá para testar antes de pagar?
Sim: 50 mensagens exportadas com marca d’água, e antes disso a conversa na tela, as 300 mais recentes de uma vez e o resto a um clique. O limite é do documento exportado, não da leitura.
Serve para conversa do WhatsApp?
Serve, por outro caminho: não pelo backup, e sim pelo arquivo que o WhatsApp escreve quando você pede a exportação da conversa. Esse caminho funciona igual em iPhone e em Android, e o passo a passo está em Como exportar conversa do WhatsApp em PDF.
Preciso desligar a criptografia do backup?
Não. O programa pede a senha e lê a cópia criptografada como ela está, e vale preferir esse caminho porque a cópia criptografada guarda mais coisa do que a comum. A cópia é aberta somente para leitura, com o trabalho feito em um arquivo temporário à parte.